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O sistema ferroviário de Angola compõe-se de cinco linhas que ligam o litoral ao interior. A mais importante delas é a estrada de ferro de Benguela, que faz a conexão com as linhas de Catanga, na fronteira com o Zaire. A rede rodoviária, em sua maioria constituída de estradas de segunda classe, liga as principais cidades. Os portos mais movimentados são os de Luanda, Benguela, Lobito, Moçâmedes e Cabinda. O aeroporto de Luanda é o centro de linhas aéreas que põem o país em contacto com outras cidades africanas e europeias.

Durante 27 anos, o sector privado da construção civil esteve prati­camente parado, devido ao conflito armado no país com a paz foi possível aplicar o Plano de Reconstrução Nacional.

Ora, o sector da construção civil divide-se em dois ramos:

1. A construção civil, que se evidencia na edificação de prédios, moradias, igrejas, monumentos, estabelecimentos comerciais, edifícios públicos, bem como na sua recuperação e restauro; e

2. As obras públicas, quanto à edificação de obras aeroportuárias, vias de comunicação rodoviárias, barragens, túneis, etc.

Sector Aéreo

Angola ainda tem uma rede de 18 aeroportos e 12 aeródromos, com pistas de terra ou em laterite. O comprimento das pistas dos cinco principais aeroportos ultrapassa os 3400 metros e a quase totalidade da frota privada está estacionada em Luanda.

Assim, em Luanda, durante o período diurno, registam-se cerca de 30 descolagens e aterragens por hora. Actualmente, a pista principal, de 3700 metros de comprimento e 45 metros de largura. Está planeada, em Viana, a cerca de 30 quilómetros do centro da capital, a construção de um novo aeroporto internacional com uma capacidade de um milhão de passageiros O novo aeroporto deverá entrar em funcionamento em 2015 e está previsto um investimento na ordem de mil milhões de USD. Existem várias empresas privadas neste sector, para além da companhia nacional, a Transportadora Aérea Angolana (TAAG).

Entre as companhias aéreas com rota para Luanda incluem-se a TAP Air Portugal, a Air France, a SN Brussels Airlines e a British Airways. Note-se que o transporte dos empregados da indústria petrolífera entre Houston (EUA) e Luanda é assegurado pela Sonair, uma subsdiária da Sonangol. Existem ainda ligações para destinos regionais incluindo a África do Sul, a Namíbia, a República Democrática do Congo, o Congo (Brazzaville), o Gabão e São Tomé e Príncipe.

Rede de aeroportos principais

Aeroportos nacionais

- Aeroporto Nacional de Luanda;
- Aeroporto de Benguela;
- Aeroporto de Cabinda;
- Aeroporto de Huambo;
- Aeroporto de Lubango.

ImageAeroporto secundário

- Aeroporto de Luena.

Aeroportos regionais

- Aeroporto de Dundo;
- Aeroporto de Kuito;
- Aeroporto de Malange;
- Aeroporto de M'Banza Congo;
- Aeroporto de Menongue;
- Aeroporto de Namibe;
- Aeroporto de Ondjiva;
- Aeroporto de Saurimo;
- Aeroporto de Soyo;
- Aeroporto de Sumbe;
- Aeroporto de Uíge;

Aeorportos locais

- Aeroporto de Porto Amboim;
- Aeroporto de Wako-Kungo.

Outros Aeroportos locais

- Aeroporto de Ambriz;
- Aeroporto de Andulo;
- Aeroporto de Bamba;
- Aeroporto de Jamba;
- Aeroporto de Luau;
- Aeroporto de Kangamba;
- Aeroporto de Nzeto.

Aeroportos geridos por privados

- Aeroporto de Capanda;
- Aeroporto de Lucapa;
- Aeroporto de Catoca;
- Aeroporto de Gove;
- Aeroporto de Nzajl.

Aeroportos Militares

- Aeroporto do Lobito;
- Aeroporto de Cabo Ledo;
- Aeroporto de Ngage;
- Aeroporto de Cahama;
- Aeroporto de Changongo;
- Aeroporto do Catumbela;

Sector Rodoviário e Ferroviário

O transporte por terra pode ser feito através dos 51 429 km de estradas, das quais apenas 5349 km são pavimentadas, ou por meio dos caminhos-de-ferro.

Em 1975, Angola tinha 3052 km de vias-férreas, 1471 km dos quais eram geridos pela Companhia de Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) e os restantes 1581 km explorados pelo Estado. As consequências da guerra foram tais que a rede, que tem uma bitola de 1,067 m em 2800 km e 0,60 m em 154 km, é hoje quase inutilizada.

Para a reabilitação do sstemaferroviário, o Governo anunciou, no início de 2005, projectos com um investimento de quatro mil milhõesde dólares num período de 11 anos. Este investimento será parcialmente financiado por emprésti mos chineses.

Deverão ser reabilitados os troços fundamentais que ligam as diferentes províncias. O Conselho de Ministros já aprovou um plano de urgência neste sentido e do qual constam os seguintes troços:

Luanda - Malange - Saurimo - Cunene;

Luanda - Sumbe -Benguela - Lubango - Ondjiva -Santa Clara (Via Lucira);

Cabinda - Caungo - Dinge;

Sumbe-Gabela – Kibala - Waku Kungo - Dondo.

Numa segunda fase, serão reabilitados outros troços prioritários, a saber:

Eixo Longitudinal que liga Uíge - Malange - Andulo - Kuito - Chitembo - Menongue. Este eixo Norte-Sul passa pelo interior do país.

Eixo Transversal que liga Luanda - Dondo - Cela - Huambo - Caconda - Lubango. Trata-se de um eixo de abastecimento de mercadorias entre a Capital e as principais regiões.

Eixo Transversal Norte que liga Dondo - Ndalatando - Lucala - Cacuso - Malange e Lucala - Samba - Caju - Negage - Uíge.

Eixo Centro-Sul que liga Lobito - Balombo - Luindibale -Alto Hama - Bailundo – Cuíto – Catabola - Camacupa. Esta ligação é uma alternativa à ligação ferroviária de Benguela.

Eixo alternativo entre Luanda - Ondj iva, que passa entre Lobito - Chogoroi – Kilengues - Cacula.

Eixo alternativo à rede ferroviária de Moçâmedes - estrada entre Namibe - Lubango - Matala.

Sector Marítimo

O sector marítimo tem sido prejudicado pela insuficiência de manutenção e de investimentos Contudo, Angola tem quatro portos principais, localizados em Luanda, Lobito, Namibe e Cabinda.

O porto mais frequentado é, naturalmente, o da capital de Angola. O porto de Luanda é um dos melhores portos naturais da costa africana e movimentou, em 2004, mais de 3000 000 toneladas, registando um tráfego de 2645 navios. Sendo o mais importante do país, o porto de Luanda tem uma extensão de 2.738 metros de cais e quatro terminais, que incluem uma base de apoio à actividade petrolífera.

Os portos do Lobito e do Namibe têm uma grande capacidade que não está a ser devidamente aproveitada, mas quer o porto de Luanda quer o de Lobito estão a ser reformados para oferecer mais segurança e funcionalidade nos embarques e desembarques dos produtos nacionais e estrangeiros.

A indústria petrolífera é explorada a partir do terminal de Malongo, em Cabinda, bem como a partir das instalações de Kwanda, no Soyo, do centro Somils, em Luanda, e, ainda, a partir de uma base no Lobito.

A marinha mercante possui, no total, oito navios (sete cargueiros e um petroleiro).
          
       

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